Sempre que algum irmâo em encontrava  me abraçava dava alguns tapinhas em minhas costa e me saudava com a expressao “HOMEM DE DEUS”

Para meu ego isso era como uma boa massagem para meu velho ego mas a dona consciencia  ficava logo em alerta e  como um trailler trazia a minha memoria em poucos segundos meus atos que denunciavam a mim mesmo que eu não era tão homem de Deus assim.

Para disfaçar o incomodo causado pela consciencia dava um timido sorrizo e um fraquejante amem!

Mas confesso talvez para me justificar não sei,talvez; nunca fez parte das minhas ambições religiosas ser homem de Deus eu pensava em ser obreiro daqueles que se assentam nos pulpitos das catedrais meus sonhava com o estrelato evangelico.

Para isso trabalhei acredito eu arduamente não sei se para expansão dier ono ou para minha propria  sei que  frequentava os cultos nos presidios ao ar livre ia nos cultos nos lares comprei dois ternos apos um obreiro me dar a dica de que que o pastor só consagrava obreiros os irmãos que compareciam aos cultos de ternos resolvi o problema comprei dois e onde eu ia a farda ia comigo não queria que o pastor não me visse sem eles.

Eu por fora estava como mandava  o figurino da minha igreaj mas por dentro não tinha o figurino celestial.

Estava proximo da tão sonhada credencial mas longe de ser um homem de Deus.

os anos passaram sinto que essa vaidade adormeceu dentro de mim as vezes escuto sua respiração misturar com a minha,mas hoje as escamas dos meus olhos estão caindo paulatinamente  sei que hoje queria ser um homem de Deus.

trecho livro homem de Deus !eu

marcelo

 

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